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Artigos:
 

Saiba mais sobre: OLIGOELEMENTOS OU MICRONUTRIENTES

 

Os minerais e os oligoelementos (micronutrientes) são a coluna vertebral do nosso metabolismo. Todos os outros nutrientes, incluindo as proteínas, os carboidratos, as gorduras, as vitaminas e as enzimas requerem uma variedade enorme de minerais e oligoelementos. Dos fatores que causam a diminuição do oxigênio nas células, a deficiência de minerais é o mais grave. E também o mais negligenciado nos dias de hoje.

Nosso corpo é uma massa de energia elétrica de intercâmbio de “íons” que ativam enzimas. A engenharia enzimática dirige a complexa atividade química da célula viva. Nosso corpo elétrico utiliza esses minerais para conduzir o fluxo ótimo das funções corporais.

OLIGOELEMENTO = (Oligo » pouco »elemento)

Oligoelemento são catalisadores das funções enzimáticas: São substâncias que se encontram em estado natural no organismo sob forma de vestígio de diversos metais, que participam de um número importante de reações fisiológicas. Sem sua presença ativa no organismo, estas funções são prejudicadas e assim o bom funcionamento do organismo. O Oligoelemento é um elemento químico de baixo peso molecular presente em pequenas quantidades nas células vivas, sem sua presença ativa o organismo não tem um funcionamento regular, as funções enzimáticas são prejudiciais e o bom funcionamento do organismo é afetado. Esse estado pode provocar males que na primeira fase dão lugar aos males funcionais, aqueles em que a pessoa não se sente bem, mas suas análises e exames clínicos determinam que o seu estado é normal.
A Oligoterapia usa preferencialmente a via oral, são absorvidos pela mucosa bucal, e depois através da linfa são levados ao circuito sangüíneo, que finalmente os leva ao local carenciado onde se fixarão preferencialmente.


As pesquisas começadas em 1897 por Gabriel Bertrand, colocaram em evidência os catalisadores como fazendo parte dos micronutrientes essenciais a vida.

Apesar de estarmos falando sobre oligoelementos não podemos esquecer dos macroelementos que também gozam de um importante papel na fisiologia: carbono, oxigênio, hidrogênio, nitrogênio, fósforo, enxofre, sódio, potássio, magnésio, cálcio, lítio, rubídio.

INTRODUÇÃO

Os Oligoelementos são definidos como catalisadores das reações enzimáticas.


Sem a sua presença ativa no organismo, estas funções são prejudicadas e assim o bom funcionamento do organismo, provocando estados patológicos que na primeira fase dão lugar às chamadas doenças funcionais, ou seja, aquelas em que a pessoa não se sente bem, mas cujas análises e exames correntes determinam que o seu estado é normal. Efetivamente ainda não há lesão, por conseguinte não há doença. O que acontece é que determinado elemento catalisador está ausente, ou seja, há carência, o que impede que o metabolismo se processe para que o órgão desempenhe a sua função, alterando assim o equilíbrio do estado de saúde. Pode, porém acontecer que não haja carência efetiva desse elemento, mas que ele somente esteja inativo, quer dizer, desativado. As causas mais freqüentes destas situações são o stress, a poluição sonora e ambiental e a alimentação desequilibrada. As culturas intensivas, que proporcionam as adubações químicas, são as principais causadoras das carências de sais minerais nos vegetais que comemos, assim como das carnes que não nos fornecem certos elementos porque, por sua vez o gado não teve matéria para os sintetizar.

Para remediar estas situações podemos e devemos recorrer aos oligoelementos que são sais minerais, em doses infinitesimais que, tendo sido submetidos a uma manipulação de técnica especial, são ativados (ionizados) obtendo-se assim, íons dos mais variados minerais (metais e metalóides) tais como cobre, ferro, iodo, cobalto, magnésio, manganês, etc. Nestas diluições, os sais assemelham-se ao estado natural dos elementos no organismo que, introduzidos neste, por via oral, vão desencadear as reações que permitem o restabelecimento do metabolismo enzimático que, por sua vez, restabelece as funções orgânicas e, assim, o reequilíbrio do estado de saúde.
A grande vantagem dos oligoelementos reside na dosagem infinitesimal, que os coloca ao abrigo do perigo de toxicidade. São absorvidos pela mucosa bucal e pela linfa são levados diretamente ao circuito sanguíneo, que os conduz ao local carenciado onde se fixam preferencialmente.

Estatísticas européias e nomeadamente portuguesas obtidas na medicina do trabalho em grandes empresas, indicam que 70% das causas de baixa por doença são de origem funcional e os restantes 30% são doenças por lesão que evidentemente continuam sendo funcionais, visto que tal está na sua origem.

A Oligoterapia tal como a conhecemos neste momento é essencialmente preventiva sendo muito embora em certos casos também curativa. Ela é também complementar das outras terapêuticas sejam alopática, homeopática ou outra. Assim, por exemplo, se ao administrar um antibiótico for também tomado uma associação de Cobre-Ouro-Prata, o terreno reagirá rapidamente e a dose necessária será menor e por menos tempo; porque foram estimuladas as defesas orgânicas naturais.

Não se pretende aqui afirmar que os oligoelementos são uma panacéia universal. Do que, contudo, se não pode duvidar é que a sua falta leva a bloqueamentos reacionais bioquímicos que, quando em escala apreciável, conduzem a um estado patológico.
Precisamente por isso, achamos que a sua divulgação é importante dada a flagrante atualidade do assunto.

HISTÓRIA DOS OLIGOELEMENTOS

Desde que o homem aprendeu a conhecer os metais, estes tornaram-se bastante úteis e até indispensáveis companheiros ao longo da história, primeiro como utensílios na vida quotidiana e depois, especialmente os mais belos, como ornamentos ou para construção de objetos utilizados nas práticas mágico-religiosas e, também para a cura de algumas doenças.


A descoberta de componentes químicos de metais no organismo indispensáveis à vida, fez voltar à cena o misterioso mundo das energias sutis que tem vindo pouco a pouco a ser redescoberto e a consolidar a sua utilização.

O termo “catálise” foi introduzido na química mineral por Berzelius no século XIX e é:

· O processo em que a velocidade de uma reação é influenciada pela simples presença de um agente, que permanece quimicamente intacto.

Foram, no entanto as pesquisas começadas em 1897 por Gabriel Bertrand que colocaram em evidência os catalisadores como fazendo parte dos micronutrientes essenciais à vida, sendo a sua carência origem de doenças. Os trabalhos de Gabriel Bertrand visavam sobretudo a agricultura e a medicina veterinária.

A sistematização da oligoterapia como técnica credível deve-se, contudo a Jacques Ménétrier que em 1932 a aplica ao seu estudo das diáteses - a catálise biológica - que aprofundaremos no capítulo próprio.

Mais recentemente o Dr. Picard completa os dados clínicos com indicações das ações específicas dos oligoelementos.

RESUMO HISTÓRICO E VISÃO ASSOCIATIVA

A primeira utilização conhecida dos oligoelementos em terapia humana remonta ao XIII século. Nesta época, após os trabalhos de Arnaud de Villeneuve, um médico, Basile Velentin, tratou com esponjas queimadas o bócio endêmico que assolou a Suíça.
Ele precisou esperar até 1819 e os trabalhos de Coindet para descobrir que esta terapia original aportava o iodo necessário à correção das carências devidas ao solo dessas regiões.
As primeiras verdadeiras pesquisas sobre os elementos traços são as de Gabriel Bertrand no fim do século passado. Em 1912, ele demonstrou a necessidade do manganês no meio de cultura para desenvolver um fungo, a Aspergillus niger. Em 1922, forneceu a prova de que o cobalto é necessário ao crescimento do camundongo, fazendo a mesma constatação para o manganês, em 1928.
Em 1935, MacCraft mostrou que as porcas submetidas a um regime pobre em cobre reproduziam leitões anêmicos que não se podiam tratar pela simples adição de ferro (ao invés, era necessário corrigir a carência de cobre, que intervém na síntese da hemoglobina).
Foram estas as primeiras correções de carências que ocasionavam doenças e que foram corrigidas pela adição deste ou daquele oligoelemento. Descobriu-se que o cobalto curou a anemia que dizimava os rebanhos de bovinos australianos (Aston 1937) e que o cobre melhorava a qualidade da lã das ovelhas (Marston, 1952).
No homem, as primeiras experiências terapêuticas foram feitas em 1932, por Menetrier. Ele se interessava há muito tempo pela medicina do terreno, tendo defendido sua tese em 1939 (sob o título de “Considerações Sobre as Receptividades às Doenças”), obtendo no mesmo ano a medalha de prata e o prêmio Bouloumié. No final de 1943, organizou o Centro de Estudos Biológicos. Nos deixou, em “A Medicina das Funções”, o testemunho sempre atual:
“Por necessidade, a medicina se opôs ao mais evidente, ao mais imediato: a doença que ameaça diretamente a vida. No plano das infecções, assim como no domínio dos distúrbios anatomo-patológicos, tóxicos ou acidentais, enfim em todos os casos onde o primeiro papel do médico é de se opor, de aliviar e de tratar, pode-se afirmar atualmente que a arte e a ciência terapêutica trouxeram soluções eficazes e incomparavelmente superiores aos processos antigos. Pode-se também certificar que os progressos dos meios de diagnóstico dão à espécie humana, garantias desconhecidas há alguns decênios”.
Seguramente, se nós subscrevemos como absoluta a necessidade de uma anamnese bem conduzida, não podemos rejeitar as perspectivas novas que nos trouxeram os mais recentes exames, colocados à nossa disposição (scanner, ecografias, exames biológicos e outros).
Mas é verdade que o paciente reclama, cada vez mais, de não ter sido entendido pelo profissional de saúde.
É necessário deixar novamente de lado o “monólogo do doente”, no início da avaliação/consulta, e saber colher a história clínica de seus sintomas.
O que faz o sucesso da homeopatia, quaisquer que sejam as provas a favor e contra a sua fundamentação é, sobretudo, a anamnese homeopática, que se interessa por todos os sintomas e particularidades do paciente, considerando-o como um ser global.
Para Menetrier: “Existem diateses e terrenos que dão uma unicidade a uma multiplicidade de sintomas”.
Estas diateses, para as quais detalharemos os aspectos clínicos, “constituem uma entidade etiológica que pode ser provada pela ação plurisintomática de um oligoelemento ou de um agrupamento de oligoelementos específicos”. Os agrupamentos quando equilibrados mantêm a unicidade de cada elemento, e geram também ações ímpares da junção, melhor ainda quando associado a vitamina (as) no mesmo meio (hidroglicérico) criando uma harmonia cadenciada.
O Dr. Henri Picard, que preconizou a terapia por oligoelementos em milhares de casos, nos seus últimos anos de trabalho, abandonou o dogma das diateses, tanto que dava a seus pacientes reumáticos — que constituíam a maioria deles — um número variado de oligoelementos, o que poderia ser substituído por agrupamentos, sendo a melhor e mais revolucionária atitude terapêutica.

A FREQUÊNCIA DOS MALES FUNCIONAIS

É grande o número de pacientes que chegam às clínicas apresentando males ditos funcionais.
É necessário que se defina corretamente o que se entende por males funcionais. Alguns autores, na atualidade, parecem confundir os males funcionais com as psicosomáticas. Outros chegaram a propor a substituição do termo “funcional” por “psico-funcional”, demonstrando assim, a importância que eles dão ao fator psíquico no aparecimento e evolução dos males funcionais.
Seria fácil responder que se o psiquismo tem uma ação freqüentemente determinante sobre o soma, o inverso também é verdadeiro. Nenhum interesse em se criar um debate sobre a proeminência do fator psíquico ou do somático.
E importante lembrar que estes dois dependem, juntos ou separados, de um terceiro que é o equilíbrio (ou desequilíbrio) das trocas (oxido-redução e ácido-base).

O INTERESSE SOCIAL

Sendo uma terapia eficaz (mais do que comprovada) e de um largo espectro de aplicação, que permite a cura e melhora rápidas de numerosos males, fazendo recuperar mais celeremente as capacidades profissionais, é inequivocamente de interesse social. Se for utilizada no início de um mal, em sua fase puramente funcional, permitirá graças ao “reforço do terreno” evitar a evolução para o estado lesional. E ela não só evitará o mal com seus sofrimentos, como permitirá a luta mais eficaz e mais humana contra o absentismo. Ela é uma outra forma de “medicina preventiva”.

A OLIGOTERAPIA E OS OUTROS TRATAMENTOS

Devemos analisá-la sob dois aspectos: a prevenção e os estados patológicos manifestos.
É no campo da prevenção que a oligoterapia demonstra-se como uma arma indispensável. Alguns médicos e profissionais da saúde chegam a atribuir a ela um papel exclusivo ou pelo menos um lugar privilegiado, em cerca de 80% das indicações. O percentual restante é reservado aos minerais que requerem doses mais “substanciosas” (como o magnésio, o potássio, o cálcio) ou da integração das vitaminas (grupo B,E,C e A), que podem ser encontrados em suplementos nutricionais.
Nos estados patológicos manifestos, a oligoterapia será utilizada como um complemento (indispensável) às terapias clássicas.

OLIGOTERAPIA E MEDICINA ALOPÁTICA

A associação da oligoterapia aos fármacos alopáticos não apresenta nenhum inconveniente.
Ao contrário, os oligoelementos, na grande maioria dos casos reforça a ação dos antibióticos e dos quimoterápicos e anti-infecciosos modernos, permitindo assim uma recuperação mais rápida e uma redução das doses deles, e ainda, as recaídas e as recidivas serão mais raras (ou mesmo suprimidas), pelo fato de se ter atacado o agente patogênico e modificado a receptividade às infecções.
A relação entre o manganês é a tireóide são extremamente evidentes. Da mesma maneira há uma relação estreita entre o fósforo e as paratireóides, entre o cobre e as supra-renais, entre o zinco e a hipófise.
O Zinco e o Cobre se associará eficazmente à tireóide, à hipófise e a timo para agir sobre o desenvolvimento somático das crianças. Os mesmos oligoelementos associados à tireóide, à hipófise e às glândulas genitais trará resultados sensíveis sobre o eixo hipófiso-genital. O Zinco, o Níquel e o Cobalto associados ao pâncreas harmonizará o eixo hipófiso-pancreático. Tudo se passa como se a adição “ativasse” a catálise no sentido preciso da glândula correspondente.

OLIGOTERAPIA E FITOTERAPIA

Vários fitoterapeutas que utilizam oligoelementos têm observado que as duas terapias são absolutamente complementares.

OLIGOTERAPIA E A HOMEOPATIA

Sabemos que numerosos profissionais de saúde utilizam voluntariamente oligoelementos paralelamente à homeopatia, com excelentes resultados. Dada sua formação, os homeopatas são mais aptos a entender o papel dos oligoelementos como reguladores do fator “terreno”. Não se pode, no entanto, confundir as duas terapias, que são distintas tanto pelo sua concepção teórica como pelas suas aplicações práticas. Deve-se ter em conta unicamente que as duas terapias são compatíveis e complementares.

OLIGOTERAPIA E ACUPUNTURA

Ciência milenar que tem mais de um traço em comum com a oligoterapia. A acupuntura foi a primeiras das práticas médicas que se dispôs a tratar o doente e não a doença determinada.
Foi a primeira que também procurou, graças à aplicação das agulhas, modificar o terreno particular da doença.

OLIGOTERAPIA E FISIOTERAPIA

Tão importante como efetuar boas manipulações vertebrais, ou mais genericamente, articulares, é se melhorar o estado geral do paciente a fim de evitar recidivas. É certo que ginásticas bem orientadas, reeducações funcionais são muito importantes. Mas, um sujeito fatigado ou apresentando quadros complexos, ficará sujeito a recidivas.Daí ser importante o tratamento com oligoelementos, que permitirá recuperar seu estado de saúde e consolidar os ligamentos.
Nem seria necessário dizer que não existe incompatibilidade entre as vacinas e os oligoelementos. Pelo contrário, a associação entre eles só pode ser benéfica, sejam elas puramente preventivas ou com efeitos terapêuticos: sendo o reforço do terreno já uma forma de prevenção, obteremos uma melhora da defesa orgânica contra as infecções. Os oligoelementos não substituem as vacinas, mas agem em sinergia com elas.

O TRATAMENTO

As vias que se utiliza para a administração dos oligoelementos mais comuns são:
· via oral/sublingual (caso dos oligoelementos em soluções iônicas) e
· via transdérmica através da iontoforese (corrente galvânica).

APRESENTAÇÃO COMERCIAL DOS OLIGOELEMENTOS


  1. CATALÍTICA - concentrações de milionésimo de grama - são os Oligosols da Labcatal francesa, que se apresentam na forma monoelementar, ou no máximo em associações de 2 a 3 oligoelementos, e são produtos acabados.

  2. NUTRICIONAL - dosagem da ordem de miligramas por litro ou fração de miligrama - são os SIGOLS da Oligopharma francesa, que apresenta 23 oligoelementos individuais, que podem ser associados em complexos multi-minerais, por manipulação farmacêutica, permitindo um tratamento personalizado, adaptado às necessidades do paciente.

  3. FARMACOLÓGICA - da ordem de mg/l e g/l - aminoácido quelado.



CONCLUSÃO

De tudo que se disse, pode-se concluir  que as prescrições dos terapeutas e as suplementações dietéticas não devem jamais ser mono-elementares e sim multi-elementares, mesmo se multi-micronutricionais, pois:

Oligoelementos e vitaminas tem entre si relações complexas às vezes bem conhecidas e outras vezes não:

· Os micronutrientes reagem também com as vitaminas e os aminoácidos. É necessário que o terapeuta tenha em mente que a indicação deve ser multi-elementar, equilibrada e também racional;
· Os meios terapêuticos ou de suplementação dietária existentes no mercado, em sua maior parte, não são satisfatórios. Alguns produtos à disposição dos profissionais de saúde, em matéria de oligoelementos apresentam os seguintes problemas:


  1. São excessivamente dosados para fins terapêuticos: exemplo, Fe ou Mg, são mono-elementares, apesar da experiência ter demonstrado que os distúrbios se derivam de vários oligoelementos e certamente também de outros micronutrientes, principalmente as vitaminas;

  2.  As preparações multi-elementares apresentam associações de elementos cujos constituintes tem papel teórico desconhecido e de complementariedade discutível. As proporções dos elementos são pouco coerentes.

 

Conheça um pouco da Terapia Ortomolecular/Oligoelementos



O termo foi utilizado originalmente pelo químico e Prêmio Nobel LINUS PAULING que descreveu como medicina ortomolecular a técnica que possibilitava a prevenção de enfermidades, tanto quanto o tratamento das mesmas, através da variação das concentrações das substâncias que se encontram naturalmente presentes no corpo e que são necessárias a manutenção da saúde.

ORTOMOLECULAR = Equilíbrio das moléculas

Através da ortomolecular conseguimos desbloquear os metais pesados e equilibrar o organismo. As substâncias naturais, não provocam efeitos colaterais, portanto não são medicamentos e sim suplementos alimentares. Além disso, não se trata da “doença” mas sim o “doente” como um todo, estuda-se sim a tendência para determinados males e por acréscimo, cuida-se então os sintomas, começamos no geral melhorando sua qualidade de vida, alimentação e outros.
Conseguimos detectar assim, a predisposição mórbida que a pessoa tem, de acordo com o terreno afetado, de adquirir determinado mal no futuro. Fazendo o equilíbrio do organismo, o próprio metabolismo, estando equilibrado, entra em sinergia, aumenta as defesas naturais do organismo, que se encarrega de segregar anti-corpos, provocar a fagocitose, em suma começa a defender-se.

Na oligoterapia, partimos do princípio, de que se o organismo contrai determinado mal é porque já não estava bem, senão o mal não teria se instalado.

A DIETA DO TIPO SANGUÍNEO

A dieta do tipo sangüíneo, desenvolvida pelo Dr. Peter J. D Adamo,  se baseia na correlação entre o tipo sangüíneo, exercícios e os alimentos.
É o tipo sangüíneo que determina certa suscetibilidade a certas doenças, exercícios, alimentos e outros, portanto, há uma relação entre os tipos sangüíneos e os terrenos da oligoterapia. O princípio é de que o tipo de sangue é uma espécie de impressão digital impar de cada um. É importante saber que o tipo de sangue é o básico do sistema imunológico que, por sua vez, identifica o que é próprio e destrói o que é estranho. Sem essa função poderíamos ter os próprios tecidos atacados por engano, ou mesmo permitir que os organismos perigosos invadissem áreas vitais do organismo.

Considerações Fundamentais: Por melhor que seja a intenção da dieta do tipo sangüíneo, devemos manter o respeito às práticas existentes e seus resultados comprovados, e ainda, os próprios novos autores e estudiosos que apontaram que a eficácia da dieta está baseada no antecessor genético, ou seja, há de se considerar o tipo sangüíneo dos pais.

Definição Bioquímica dos Oligoelementos

São elementos que existem na célula viva animal e vegetal em ínfima quantidade, em muito baixa concentração e participam num número importante de reações bioquímicas.

São catalisadores das funções enzimáticas, permitem pela sua presença influenciar a velocidade de uma reação sem, contudo, tomarem parte ativa nessa reação. Fornecem à enzima a energia para que a reação bioquímica ocorra.

A atividade dos Oligoelementos regula e permite as trocas metabólicas, graças às quais o organismo tem a possibilidade de restabelecer por si próprio o equilíbrio biológico.

DIÁTESES OU SÍNDROMES REACIONAIS

Os males funcionais são sem dúvida, um dos problemas mais comuns na clínica diária. O tratamento destas disfunções obriga recorrer freqüentemente a uma polimedicação puramente sintomática, onde os efeitos, geralmente, são passageiros e insatisfatórios. A Oligoterapia ou Terapia Funcional restabelece as funções perturbadas. Ela se ocupa mais das causas do que dos sintomas e tem a preocupação maior com o “paciente” do que com os males.

Ao conjunto de características semiológicas que definem um terreno constitucional, chamamos Diátese ou Síndrome Reacional. Uma Diátese exprime a transição entre o “estado de saúde” e o “estado lesional”. A Diátese relaciona o mal ligado a uma disfunção orgânica, com o “paciente” individualizado pelas suas reações pessoais.

O comportamento diatésico é o reflexo móvel de um estado físico em evolução. Um estado patológico é fisiologicamente a conseqüência de uma anomalia crescente das trocas metabólicas e um bloqueio progressivo das funções reguladoras.

Uma lesão é patologicamente o resultado de uma perturbação metabólica. A terapêutica pelos catalisadores é muito útil pelos seus poderes reguladores e despolarizantes.

Sabemos que o organismo, responde intensamente a todo estímulo externo, buscando um estado de equilíbrio. Quando a resposta a esta agressão externa se mantém, sem conseguir o equilíbrio, aparece o transtorno funcional.

Em alguns casos, a resposta será rápida, brutal e excessiva, com os sinais característicos da alergia ou comportamento de hiperatividade, com um quadro clínico típico da Síndrome Hiper-reativa.

Ao contrário, observa-se uma diminuição das trocas celulares, com uma resposta lenta e insuficiente, em geral com uma sintomatologia do tipo Hipo-reativa, com propensão à hipostenia, às infecções e à fatigabilidade.

Em outras situações, a sintomatologia é nítida das distonias neuro-vegetativas onde os sinais funcionais dominantes são do tipo Distônico.

E, finalmente, quando as respostas estão diminuídas, quase nulas, podemos observar um quadro Alérgico, caracterizado por um agravamento dos processos infecciosos ou degenerativos e no plano comportamental, uma sintomatologia do tipo ansio-depressivo.

É através da história clínica que o Terapeuta encontrará os principais elementos semiológicos para determinar a Síndrome Reacional de cada “paciente”.

PROPRIEDADES DOS BIOCATALISADORES


  1. ALUMÍNIO Biocalítico nos atrasos do desenvolvimento intelectual, problemas menores da adaptação escolar, problemas leves do sono.
    INDICAÇÕES: Destinado à terapia de terreno como coadjuvante nos sintomas de: Atonia cerebral; Fadiga; Atraso no desenvolvimento intelectual; Perturbações da memória; Atrasos escolares; Mongolismo; Arteriosclerose.

  2. ANTIMÔNIO
    Biocatalítico “lubrificante das articulações”.
    INDICAÇÕES: Destinado à terapia de terreno como coadjuvante nos estados de artroses e reumatismos agudos.

  3. BISMUTO
    Biocatalítico nas afecções da esfera otorrinolaringológica.
    INDICAÇÕES: Amidalite; Faringite; Laringite; Adenoidite; Sinusite; Anginas vermelhas ou pultáceas alternando com Cobre; Gastralgias alternando com Mn-Co; Gastrite.

  4. BORO
    Preventivo; Diurético; Coadjuvante no tratamento da celulite.
    INDICAÇÕES: Obesidade; Celulite; Menopausa.

  5. CÁLCIO
    Essencial no crescimento, gravidez e lactação. Rege a descontração muscular. Colabora na coagulação sanguínea. Em alta divisão molecular é um vitalizador celular e corretor dos centros nervosos.
    INDICAÇÕES: Raquitismo; Osteoporose; Osteomalacia; Osteopenia; Consolidação de fraturas; Dentição; Cárie dentária; (associado ao Flúor); Descalcificação; Desmineralização; Insônia; Hipertensão; Estados nervosos.

  6. COBALTO
    Ocupa o centro da estrutura da Vitamina B12. Regularizador no sistema Neuro Vegetativo na Vasodilatação e Hipotensão. Antagonista da adrenalina. Melhora a microcirculação. Estimula a hematopoiese.
    INDICAÇÕES: Distúrbios Neuro-Vegetativos; Hipertensão e Hipotensão arterial; Insuficiência circulatória periférica; Acrocianose; Espasmos arteriais e dos pequenos vasos; Taquicardias; Cardialgias; Doença de Raynaud; Artrite dos membros inferiores; Enxaquecas (1 dose de hora em hora); Palpitações; Angústias; Distúrbios psíquicos do tipo ansioso e particularmente antes e durante exames, concursos, etc.

  7. COBRE
    Estimula os processos de defesa orgânicos. Anti-infeccioso. Anti-inflamatório. Completa a atividade da Vitamina C.
    INDICAÇÕES: Todos os estados infecciosos agudos ou evolutivos; Todos os processos inflamatórios; Gripe e suas complicações; Vitiligo (algumas formas).

  8. CROMO
    Essencial ao metabolismo das gorduras e açúcares. Cofator da insulina. Moderador do apetite.
    INDICAÇÕES: Diabetes; Doenças de nutrição; Arteriosclerose; Obesidade.

  9. ENXOFRE
    Biocatalisador nas doenças da pele, doenças alérgicas, insuficiência digestiva hepato biliar.
    INDICAÇÕES: Insuficiência Hepato-Biliar; Insuficiência Digestiva; Doenças de pele; Asma; Rinite; Síndrome Neuro-Artrítico; Enxaquecas; Doenças alérgicas.
    Deve ser associado a todos os tratamentos de afecções cutâneas porque é um dissensibilizante universal nomeadamente nos casos de acne, eczema e urticária.

  10. ESTANHO
    Biocatalisador nas estafilococcias. Antiinfeccioso.
    INDICAÇÕES: Abcessos; Furúnculos; Antraz; Acne infectada.

  11. FERRO
    É considerado o mais importante elemento na formação dos glóbulos vermelhos. Acelerador enzimático.
    INDICAÇÕES: Anemias Ferropênicas; Convalescença; Hemorragias; Atrasos de crescimento; Gravidez.

  12. FLÚOR
    Essencial à regularização do metabolismo de fixação do Cálcio. Preventivo da cárie e osteoporose.
    INDICAÇÕES: Distúrbios na calcificação: Escoliose, Cifose, Raquitismo, Atraso no crescimento. Osteoporose; Osteomalacia; Osteopenia; Hiperlaxidez ligamentar; Entorses repetitivas; Distrofias ósseas; Prevenção da cárie dentária.

  13. FÓSFORO
    Biocatalisador no metabolismo fosfocálcico, sobre a paratireóide, sobre o cérebro e o Sistema Nervoso Central. Fonte de energia da célula (A.T.P.).
    INDICAÇÕES: Astenia física e psíquica; Depressões nervosas; Estados de esgotamento cerebral; Estados espasmódicos:(Respiratório, Circulatório, Muscular). Distrofias ósseas; Associado a Cobre/Ouro/Prata é indicado no início da doença de Dupuytren; Miastenia; Cãibra; Tetania; Regulação do tônus cardio-circulatório (associado ao Mg e Ca); Osteoporose onde o metabolismo paratireoideano esteja em causa.

  14. GERMÂNIO
    Revitalizante celular. Imunoestimulante.
    INDICAÇÕES: Estados pré-cancerosos.

  15. IODO
    Regularizador da tireóide. Profilático das escleroses orgânicas.
    INDICAÇÕES: Bócio; Obesidade tipo tireoideano; Hipotireoidismo (associar ao Manganês-Cobre); Hipertireoidismo (associar ao Manganês); Profilático das escleroses orgânicas; Hipertensão Arterial, associado ao Manganês – Cobalto
    · Dismenorréias (hiper e hipo).

  16. LITIO
    Regulador do sistema hidroeletrolítico. Ativador enzimático. Atua no Sistema Nervoso Central (manifestações psíquicas ou psicossomáticas menores).
    INDICAÇÕES: Estados ansiodepressivos menores; Perturbações do sono; Ansiedade crônica; Angústia; Fobias; Perturbações do comportamento; Emotividade; Abulia; Instabilidade; Inibição; Psico-dermatoses; Nervosismo; Irritabilidade; Agressividade; Desmame de ansiolíticos; Estados de esgotamento cerebral; Uremia; Uricemia; Gota.

  17. MAGNÉSIO
    Intervém em todos os Sistemas e Aparelhos. Cárdio-protetor. Regulador térmico. Anti-espasmódico.
    INDICAÇÕES: Todas as perturbações provocadas por má regulação do metabolismo do Cálcio e da ossificação: Espasmofilia, Senescência, Desmineralização, Perturbações do Crescimento, Raquitismo, Gravidez e Aleitamento, Verrugas. Cãibras; Profilaxia do aborto; Debilidade emocional; Ansiedade; Angústia; Cefaléias; Vertigens; Arritmias; Tremores; Neuroses; Psicopatias; Dermatoses; Insônias constituídas ou por auto-intoxicação; Obstipação crônica; Colites; Insuficiências hepáticas funcionais.

  18. MANGANÊS
    Corretor de Terreno da Diátese I. Ativador de numerosas enzimas. Aintialérgico, dessensibilizante.
    INDICAÇÕES: Asma alérgica; Alergias alimentares; Sinusite; Rinite alérgica; Coriza espasmódica; Urticária; Eczema; alérgico; Prurido; Astenia matinal; Hiperatividade vespertina; Poliartralgias; Hipermenorréia; Indicações específicas da Diátese I; Falta de Memória nos jovens; Insônias nos “alérgicos” que dormem pouco; Enxaqueca.

  19. MOLIBDÊNIO
    Coenzima das Xantino-Oxidases, Aldeído-Oxidases, Hidrogenases. Biocatalítico nas anemias hipocrônicas, anorexias tóxicas e mentais.
    INDICAÇÕES: Anemias hipocrômicas; Anorexias tóxicas e mentais.

  20. NIQUEL
    Biocatalisador. Óxido-Redutor. Cofator enzimático múltiplo. Tem ação sobre o pâncreas endócrino e exócrino.
    INDICAÇÕES: Disfunções Hepato-Bilio-Pancreáticas; Diabetes; Obesidade; Celulite.

  21. POTÁSSIO
    Antiálgico. Regulador da função supra-renal. Diurético.
    INDICAÇÕES: Obesidade por retenção hídrica; Reumatismos degenerativos; Edemas (Renais e Cardíacos); Fadiga muscular.

  22. SELÊNIO
    Anti-oxidante. Anti-senescente. Anti-trombótico. Neutralizador de radicais livres. Reconstituinte energético por estimulação central sobre as supra renais e gônadas.
    INDICAÇÕES: Uremia; Uricemia; Doença de Keshan; Neoplasias; Astenia psicofísica; Impotência; Frigidez; Esterilidade (com o Cu e Zn); Micoses; Acne; Neutralização de radicais livres (Associado às vitaminas A e E).

  23. SILICIO
    É fundamental para a estrutura e elasticidade dos tecidos moles; reidrata a pele e as mucosas. Regulariza a atividade endócrina. Estabilizador geral.
    INDICAÇÕES: Queda de cabelo; Unhas quebradiças, deformadas, com manchas brancas. Osteopenia; Osteoporose; Artrose; Hiperlassidez ligamentar; Regeneração de tecidos lesados; Adenopatias; Deficiência intelectual; Verrugas.

  24. TITÂNIO
    Preponderante nas síndromes do terreno do Artro-Tuberculoso. Estabilizador geral.
    INDICAÇÕES: Fragilidade tráqueo-brônquica; Bronquite; Laringite; Sinusite.

  25. VANÁDIO
    Oxi-redutor. Auxiliar no controle do Diabetes. Hipocolesterolemiante.
    INDICAÇÕES: Hipostenia; Neoplasias; Coadjuvante no tratamento do Diabetes.

  26. ZINCO
    Indispensável à síntese de algumas enzimas. Participa da absorção de açúcares e proteínas;na regularização das perturbações do eixo Hipófiso-Genital-Suprarenais. Estimula os sistemas de defesa.
    INDICAÇÕES: Perturbações no eixo Hipófiso-Genital-Suprarenais; Atrasos no crescimento; Menopausa; Disfunções sexuais (impotência e frigidez). Prostatismo; Hiper-menorréias; Dismenorréias.

 

POLICATALISADORES

São associações sinérgicas de diversos Oligoelementos com efeitos reputados sobre as esferas indicadas, sendo alguns policatalisadores remédios diatésicos.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

  • Delice Degraf Pytlowanciw Oligoterapia 2000
  • Frank I Katch e William D. McArdle NUTRIÇÃO, EXERCÍCIO E SAÚDE 4a. Edição
  • Soraya V T Coury NUTRIÇÃO VITAL 2a. Edição
  • Reed, P.B., NUTRITION, AN APPLIED SCIENCE, 1980
  • Kapandji. A. I., CADERNOS DE FISIOLOGIA ARTICULAR. Barcelona. 1970.
  • Kapandji. .A.I., CADERNOS DE FISIOLOGÍA ARTICULAR. Toray- Masson,S.A., 1970.
  • Dr. Peter J. D’Alamo A DIETA DO TIPO SANGÜÍNEO - Editora Campus - 2002
  • Dr. Franscisco Antunes TERAPIA ORTOMOLECULAR NATURAL - Editora Cultrix - 2000