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DHA - MHS

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O ácido docosa-hexaenóico (DHA) é um ácido essencialmente graxo do tipo ômega-3. Quimicamente, é um ácido carboxílico. DHA é uma abreviatura em inglês que significa Ácido-Docosa-Hexaenóico (Docosa-exaenoic-acid). É um ácido graxo vital para o desenvolvimento e manutenção da saúde. Cientistas da Universidade da Califórnia têm pesquisado que o consumo deste ácido detém a deterioração que causa o Alzheimer.

 

O DHA MHS é retirado da órbita ocular de peixes como o atum e o bonito e purificado em processos de filtragem gerando pela MHS um dos melhores DHA do mercado mundial.

O DHA é extremamente vital para a produção das células cerebrais.

Quando o ser humano se encontra no ventre, ele recebe o DHA através da placenta, e após o nascimento pelo aleitamento materno. Existem alguns dados esclarecedores na teoria do professor Crawford, onde ele afirma que o leite materno das mães japonesas contém duas a três vezes mais DHA que as mães dos Estados Unidos e países europeus. Isso significa que para gerar uma criança com mais inteligência, as gestantes e as mães que amamentam deveriam ter quantidade suficiente de DHA. 

 

Armazenado no cérebro, especificamente na retina ativa das células nervosas, esse ácido acumula-se especialmente nos nervos controladores, fosfatado e presta um importante papel para manter as células nervosas, regulando as transmissões e ativação das células cerebrais. Com uma estrutura química muito flexível, ele trabalha intensamente para tornar as células das paredes cerebrais mais macias, o que significa estimulá-las sempre.

 

Exemplos de benefícios como complemento alimentar:

• Extremamente vital para a produção das células cerebrais;
• O DHA tem papel importante de proteção das células do cérebro;
• Auxilia no aumento do BOM colesterol HDL;
• Auxilia na baixa da pressão sanguínea;
• Pode agir no complemento para prevenir coágulos de sangue;
• Essencial na melhora da função retino-reflectiva;
• Vital para inteligência;
• Vital na concentração;
• Auxiliador no controle do estresse;
• Pode servir de coadjuvante em algumas doenças do coração.

 

O PEIXE PODE RETARDAR DOENÇA DE ALZHEIMER

Uma dieta rica em gorduras de peixe pode proteger contra o mal de Alzheimer, segundo pesquisadores da Califórnia, nos EUA. Durante cinco meses os cientistas administraram uma dieta à base de peixe em camundongos, geneticamente modificados a desenvolver Alzheimer, doença que destrói as células do cérebro, causando demência e morte, Os sintomas da enfermidade nesses animais no período e o dano aos neurônios foram reduzidos drasticamente em relação aos camundongos que receberam uma alimentação regular.

Os cientistas sabem que certos tipos de peixe, que têm uma alta concentração de alguns ácidos graxos (do tipo ômega 3) podem proteger contra doenças do cérebro. Isso foi verificado, por exemplo, em imigrantes japoneses no Brasil. Eles sofriam mais de demência que os japoneses no Japão, provavelmente porque seu consumo de peixe havia sido reduzido. Esse estudo apóia a opinião de que uma dieta com muito peixe pode reduzir o risco do mal de Alzheimer, afirmou o neurocientista Greg Cole, da Universidade da Califórnia em Los Angeles, autor do estudo, publicado no periódico científico Neuron (www.neuron.org).

Não existem tratamentos capazes de impedir ou retardar o mal de Alzheimer. As causas da doença tampouco são bem compreendidas pelo cientistas. O novo estudo oferece uma nova forma de combater os sintomas da moléstia. Ele mostrou que um ácido graxo em particular, o DHA (ácido docosahexaenóico), reduziu drasticamente o efeito do gene associado à doença.

 

MEMÓRIA DE VOLTA

Os cientistas também descobriram que os camundongos sem DHA na dieta apresentavam falhas de memória e quando eles receberam o ácido graxo, o problema foi eliminado. O DHA tem o papel importante de proteção das células do cérebro, afirmou Cole. Acredita-se também que o DHA proteja contra reações que prejudicam proteínas neuronais. Esse estudo investiga uma questão interessante: um fator ambiental importante, a dieta, aumenta a probabilidade de dano pelo mal de Alzheimer? perguntam os neurocientistas Lennar Mucke e Robert E. Pitas, da Universidade da Califórnia em San Francisco, em comentário ao estudo de Cole na Neuron. Mucke e Pitas acreditam que mais trabalhos sejam necessários para determinar todas as propriedades do DHA, mas eles têm certeza de que enquanto se espera mais informações, comer peixe continua sendo uma boa idéia. Fontes ricas em DHA são peixes de água fria, como salmão, sardinha e arenque, pois esses peixes comem algas que contém DHA. (Texto compilado do caderno FOLHACIÊNCIA, suplemento semanal do jornal Folha de São Paulo, publicado Quinta-feira, 02 de setembro de 2004, de autoria da jornalista Laura Nelson).

 

O DHA É INDISPENSÁVEL PARA O CÉREBRO HUMANO

As gorduras são divididas em dois grupos: Um dos grupos são os ácidos graxos saturados, que estão contidos nas carnes e ovos, o outro são os ácidos graxos insaturados, abundantes nos óleos dos peixes e em óleos vegetais. O DHA (ácido docosahexaenóico C22:6, Ômega 3) é também um tipo de ácido graxo poliinsaturado do grupo Ômega 3, encontrado em abundância nos óleos de peixes, especialmente na gordura orbital localizada atrás dos olhos de peixes azuis como o atum e o peixe serra. Esta é uma substância indispensável para nosso corpo, também chamada de ácidos graxos essenciais. Este ácido graxo é conhecido por remover o colesterol, baixar a pressão sanguínea e prevenir coágulos de sangue.

O DHA chamou muito a atenção quando foi apresentado pelo PhD Crawford, nutricionista inglês do Centro de pesquisas de Química Nutricional do Cérebro, em um Simpósio ocorrido em novembro de 1992, colocando como a razão pela qual as crianças japonesas tinham Q.I comparavelmente mais elevado, era porque elas ingeriam bastante DHA. 

O DHA é um suplemento para saúde, produzido por uma técnica especial a partir da gordura orbital (localizada atrás dos olhos de peixes) rica neste nutriente, que gostaríamos de recomendar para pessoas que necessitem de equilíbrio nutricional, gestantes, mães que estão amamentando no peito seus bebês, crianças, jovens, estudantes, pessoas idosas.

 

O DHA NA MELHORA NO METABOLISMO DO COLESTEROL

Em 1960, o médico dinamarquês Dr. J. Deyerberg descobriu o fato de que os esquimós na Groelândia sofriam muito menos de doenças cardiovasculares do que o povo branco da Dinamarca. A princípio ele pensava que era por motivo genético, mas os esquimós que moravam na cidade sofriam de doenças cardiovasculares tão freqüentes quanto os dinamarqueses, além do mais as calorias dos esquimós são compostas de 30-40% de gordura, porcentagem igual a do povo dinamarquês. Entretanto, a gordura consumida pelos esquimós é diferente da gordura do dinamarquês, isto é, os lipídios do sangue dos esquimós que consomem peixes e animais marinhos são repletos de EPA.

O DHA aumenta o colesterol HDL (o bom colesterol). O LDL (mau colesterol) se adere nas paredes das artérias, bloqueia o fluxo de sangue, aumentando consequentemente a pressão sanguínea. Por outro lado, o HDL elimina o mau colesterol, remove-o das paredes das artérias e mantém o fluxo do sangue suave. O DHA trabalha também nas plaquetas do sangue, evitando a formação de coágulos, sendo de grande ajuda neste quadro.

 

MELHORA NA FUNÇÃO RETINO-REFLECTIVA

O tecido da membrana chamada retina, localizada atrás das lentes dos olhos que contém o retiniano, tem função muito importante de ser sensível a luz e assim ver uma imagem e transferi-la para o cérebro. A retina e/ou cérebro tem uma portaria, tal como a barreira sangue-cérebro para excluir substâncias prejudiciais. Assim como no caso do cérebro, o DHA é uma das poucas substâncias que conseguem penetrar nas células da retina e amaciar as que estão envelhecendo, para uma transferência mais suave e mais fácil dessas informações.

A propósito, o DHA é responsável por 50-60% dos ácidos graxos da retina e de 20-25% dos do cérebro. Nos outros tecidos, apenas por menos de 1%. Deste fato podemos ver a importância do DHA nas células da retina. Esta teoria foi divulgada em 1989, pelo Dr. Michael A. Crawford, professor do centro de Pesquisas de Química Nutricional do Cérebro, Inglaterra.

 

Mais recentemente, diversos estudos indicaram muitos outros efeitos positivos de uma dieta rica em Ômega 3, particularmente o DHA, são elas:

CRIANÇAS E ADOLESCENTES

> Inteligência: O cérebro da criança se desenvolve rapidamente nos três últimos meses de gravidez e no primeiro ano após o nascimento. Durante esse período, a criança requer uma grande quantidade de DHA. O leite materno é uma fonte ideal de DHA para criança neste período. Recentes estudos mostram que crianças que foram amamentadas tiveram um melhor desempenho de QI do que as crianças que foram alimentadas com papinhas.

> Concentração: Estudos japoneses mostraram que crianças em fase escolar melhoraram sua concentração depois de consumirem suplementos de DHA.

> Estresse: O DHA ajuda o adolescente a enfrentar melhor o estresse das provas.

 

ADULTOS

> Depressão: Estudos têm notado que pessoas que comem muito peixe tendem a ter menos índices de depressão. Um aumento dos índices de depressão nos EUA tem sido associado a dieta com baixos teores de DHA. O balanço de ácidos graxos na dieta também aparece como influência para este tipo de depressão. Indivíduos com baixo índices de ômegas 3 e altos índices de ômegas 6, são comumente mais atingidos pela depressão. Um recente estudo mostrou que maníacos depressivos hospitalizados mostraram significante melhora do quadro depressivo, em função do uso de DHA na alimentação.

> Agressividade: Baixos índices de DHA podem estar ligados a impulsividade e agressividade dos adultos.

> Estresse mental: Suplementos de DHA podem ajudar a amenizar os sintomas de estresse mental.

> Doenças do coração: Altos níveis de ômegas 3 de cadeias poliinsaturadas são reconhecidos pelos seguintes benefícios: Baixar os níveis de triglicérides; Baixar os níveis de VLDL e LDL; Nível de HDL protetivo elevado; Diminuição do nível de colesterol; Redução de hipertensão (Texto extraído do Food Ingredients, caderno de Tecnologia de Alimentos e Bebidas de auditoria de Mayla Salmeron).